19 janeiro, 2009











11 novembro, 2008

19 março, 2008






@PostSecret








18 março, 2008










mala leche mala leche mala leche mala leche mala leche mala leche mala leche mala leche mala leche mala leche mala leche mala leche mala leche mala leche mala leche mala leche mala leche mala leche mala leche mala leche mala leche mala leche mala leche mala leche mala leche mala leche!









bad thoughts on bad days




















11 março, 2008










your my faith was strong but you i needed proof



07 março, 2008









Chegar a Barcelona não foi sentido, desta vez, como um regressar a casa


As ruas já trazem cansaço e cheira, por toda a parte, a saudades de quem não está


Mas também se sente o medo.


Do novo que aí vem.


Das multidões que não existem.


Das capas que não saem.


Das outras que não entram.


Da falta do que fica.



Por vezes


gostava apenas que a vida fosse mais simples.





06 março, 2008















i guess i'm living in a f*ing crowd...














É o espaço, ou são as pessoas, que fazem o encantado?





03 março, 2008





*another road movie in your car







29 fevereiro, 2008









Acordar com uma mensagem
Não quero dormir sem ti, nunca nunca mais
Tentar voltar a adormecer
Atordoada numa cama vazia
Sem os teus braços onde me sinto realmente em casa




28 fevereiro, 2008

Porto







com direito a
café no Majestic
Jacinta na Fnac de Santa Catarina
comer a melhor chamuças da cidade na Império
voltas e voltas em Miguel Bombarda
espreitar as vistas no Solar do Vinho do Porto
ver o George Clooney no absorvente Michael Clayton








Sair de casa, caminhar, apanhar o metro, apanhar autobus, esperar duas horas no aeroporto, apanhar o avião, esperar pelas malas, entrar no carro, chegar a casa.

Às vezes não percebo porque dizem que o avião é um meio de transporte "rápido"...



27 fevereiro, 2008






Há algo de mágico nos aeroportos...
Os olhos arregalados de quem procura um rosto, um abraço carregado de distâncias impostas, sorrisos rasgados de reconhecimento, caras cansadas pelas rotinas morosas. Há um sentimento colectivo de partida, de projecção para outro espaço. Para outra realidade talvez...
Observo tudo e deixo-me ficar estaticamente perante o placar das saídas, com a lista imensa de destinos a atrair-me o olhar, a atenção. E dentro de todas aquelas letras amarelas intermitentes, duas ressaltam no sonho de forma distinta:


NY





26 fevereiro, 2008





E vem alguém e tira uma pedrinha, outro alguém tira outra - do lado oposto, outras quantas vão-se desfazendo - pelo tempo que passa, pela falta, pela distância. Outras caem pela falta de suporte das restantes.
Quando dás por ti estás assim, sem bases que te permitam chegar ao espelho esse, que te mostra quem és.





25 fevereiro, 2008

Tão simples...











Poder reduzir(-me) a uma variação de humor

23 fevereiro, 2008










e há dias em que as ruas que por vezes já parecem gastas abrem espaço para descobrir um jardim escondido, uma exposição imprevista, uma passagem pelo mercado e um regresso a casa cheio de ingredientes coloridos para os próximos dias





22 fevereiro, 2008

Despertar(es)...







Com o sol a parecer entrar pelas janelas
E os teus (a)braços a fazerem verão




21 fevereiro, 2008







Por vezes pareço sentir a sombra de abutres à espera do olor de novas feridas...




20 fevereiro, 2008










Adoro

Adoro
Adoro surpresas a entrarem-me em casa pelo correio
Vindas de ruas que sei de cor
Em que cada pormenor é um mimo pensado
E desta vez, invadindo-me de vermelho
O conto, li-o logo. Em voz alta. Com o sol a entrar pelas portadas. Com uma mão a virar as páginas e a outra a afagar cabelos que entretanto se deitaram no colo.
Sonhei, nessa noite, com jardins e pássaros, que me dissessem segredos e ensinassem a sair de salas fechadas.
Fico agora, à espera do seguinte. Conto. Livro. Blog. Palavras.




Beijos de arco-iris,

todas as cores,
para ti
quadradinhos de
chocolate e
estrelas brilhantes.
(para vocês também, minhas fadas encantadas)








Que nada de acabar o blog
Que nada de mudar-me para outro endereço.
Que nada de achar que perdi o rumo às teclas.



Seguir
Como a vida
As vezes branco-límpido, outras vermelho tórrido, outras cinzento, como os últimos dias em Barcelona, onde quase não se percebe que as portadas estão abertas.
Às vezes de poucas palavras, às vezes de parágrafos roubados, outras como imagens espalhadas como símbolos de memórias.

Como um baú
Onde posso vir e espreitar o quão doeu, intrigou ou me viu feliz aquele mês, que até pode ter sido marcado pela ausência "cá".

Como uma janela aberta
Onde podem espreitar os queridos, os tanto-me-faz ou os olhos feios.

Como uma paleta de tintas
com todas as cores.








04 fevereiro, 2008






Estou farta deste blog pseudo-basura




24 janeiro, 2008





" Sossegar só por si não chega. É mais bonito sossegar alguém. Quando se pede «sossega o meu coração» e se consegue sossegar. Quando se sai, quando se faz um esforço para sossegar alguém. E não é adormecendo ou tranquilizando, em jeito de médico a dar um sedativo, que se sossega uma pessoa. É enchendo-lhe a alma de amor, confiança, alegria, esperança e tudo o mais que é o presente a tornar-se, de repente, futuro. É o futuro que sossega. «Amanhã vamos passear» sossega mais que «Não te preocupes» ou «Deixa lá, que eu trato disso». "




Miguel Esteves Cardoso
Sossegar




23 janeiro, 2008







a ti
a nós
de janelas abertas
com o sol a entrar pelas manhãs





Cleaning day







[To clean]
make something free of dirt
to rid something of dirt or impurities
to get rid of unwanted dirt, stains, or marks
to free something of dishonest practices
to use up the contents of something




10 janeiro, 2008





© Kurt Halsey



cegos da intensidade da luz
por vezes escapa-nos o essencial




08 janeiro, 2008









Não me peçam razões, que não as tenho,
Ou darei quantas queiram: bem sabemos
Que razões são palavras, todas nascem
Da mansa hipocrisia que aprendemos.

Nâo me peçam razões por que se entenda
A força da maré que me enche o peito,
Este estar mal no mundo e nesta lei;
Não fiz a lei e o mundo não aceito.

Não me peçam razões, ou que as desculpe,
Deste modo de amar e destruir;
Quando a noite é de mais é que amanhece
A cor de primavera que há-de vir.

José Saramago
Os poemas possíveis









Which way?
Wish way?
...?






07 janeiro, 2008







Obrigada minha querida!
Os lírios brancos ja floresceram...




06 janeiro, 2008

Matiné de domingo...







(Será que algum dia vou receber a caixa côr de rosa com as seis temporadas...?)




 
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